Nome: José Amândio Pereira Nogueira Nº 901530 Turma: 4
E-Folio A de Psicologia do Desenvolvimento Data: 22\03\2010
A – Todo o ser humano passa por um processo de desenvolvimento a nível psicológico, biológico, social e cultural, desde que nasce até ao momento em que morre. Estes processos de desenvolvimento são caracterizados por estádios – o indivíduo só evolui para o estádio seguinte após apreender as características do estádio onde se encontra, após desenvolverem as competências desse estádio. Todos os seres humanos ao nascer trazem características genéticas dos seus pais \ familiares – hereditariedade – que em contacto com o meio ambiente e com o tempo vão levar a um desenvolvimento da pessoa e dos seus comportamentos. Surgem então várias teorias com o intuito de explicar o desenvolvimento humano, são elas: 1 – Psicanalítica – Interpreta o desenvolvimento humano a partir de impulsos e motivações internas; 2 – Behaviorismo – Onde o objecto de estudo é o comportamento observável, não sendo considerados os pensamentos, sonhos e sentimentos; 3 – Cognitivismo – O desenvolvimento ocorre através de mudanças nas estruturas do conhecimento; 4 – Humanismo – Defende que as pessoas são espontâneas, auto - determinadas, criativas e tomam decisões autónomas ao longo da vida.
Todas estas teorias na qual se dá umas ideias de cada uma delas, surgem de forma a explicar o desenvolvimento humano.
B - Actividades ( Pagina 41 – 42) do Manual de Psicologia do Desenvolvimento
1 – Segundo a teoria de Darwin todos os seres vivos sobre a terra são aparentados. O ser humano é comum a qualquer mamífero, a qualquer peixe, a qualquer planta, a qualquer bactéria. O que se prende então para justificar os diferentes ritmos de desenvolvimento são as mudanças que ocorrem ao longo da vida na estrutura, pensamento ou comportamentos de cada ser.
Estas diferentes formas de adaptação ao meio ambiente dos seres vivos explicam os diferentes ritmos de desenvolvimento entre uma criança, um chimpanzé, etc.
2 – Os estudos de Goddard tentam provar a influência do meio ambiente e da hereditariedade no caso de descendentes “maus e bons” de Kallikak.
Todos os indivíduos trazem consigo características herdadas que, conforme ocorre o seu desenvolvimento, ajudam a interagir com o meio. Para justificar estas situações, poderemos visualizar o conteúdo da pergunta. O cruzamento de kallikak com “uma mulher de bem” levou a filhos de “bom porte” e dos quais descenderam melhores tipos de seres humanos, O cruzamento de Kallikak com uma empregada de taberna deu lugar a um filho ilegítimo, conhecido por velho terror em que os seus descendentes deram lugar a ladrões, alcoólicos, prostitutas, etc. O meio ambiente onde esta mulher estava inserida, com o contacto de todo o tipo de pessoas “ alcoólicos, prostituas, etc.” e o facto de ser empregada de taberna, o que leva a pensar que deveria ter poucos estudos, fez com que os descendentes fossem de um baixo nível de inteligência. Nesse sentido, Goddard tenta provar a influência do meio e a hereditariedade sobre o desenvolvimento humano.
3 - Está afirmação que watson proferiu em 1927 vem comprovar que as crianças nascem apenas com o contributo genético dos seus familiares, após a nascença, as crianças através do contacto com o meio ambiente vão se desenvolvendo. O que o autor desta afirmação quis comprovar é que todas as crianças poderão seguir vários caminhos na sua vida dependendo da interacção do seu património genético com o meio ambiente em que estão envolvidas e inseridas. Todos os seres humanos possuem a capacidade de assimilar novos conhecimentos\dados e perante isto surge também a acomodação, onde os sujeitos reajustam os esquemas mentais de acordo com as exigências exteriores, adaptando-se ao meio ambiente existente. O que se pretende que seja justificado com esta afirmação, é a de que, na presença de indivíduos com uma “cultura boa” os descendentes poderão vir a ser pessoas de bem e trabalhar como possíveis médicos, juízes, etc. Em caso de estarem junto de uma “cultura má”, poderão seguir as mesmas ideias dessa cultura e virem a ser ladrões, pistoleiros, etc. É isto que Watson tenta dar a entender com a afirmação que produziu.
4 – Os defensores da hereditariedade perspectivam o desenvolvimento humano segundo o código genético recebido. Quando se observa na pergunta, que não atingiu os níveis de desenvolvimento típicos da idade, poderá pensar-se que esta criança advém de progenitores com um baixo nível de inteligência e perante isso, não adquiriu competências que deveria ter naquela idade. Quanto aos defensores do meio ambiente, estes, defendem que são os factores do meio envolvente e da aprendizagem que são importantes no desenvolvimento humano. Como a criança foi abandonada a nascença e criada com lobos, é normal que as suas competências adquiridas sejam idênticas a dos lobos, perante está situação, é normal que a criança de 12 anos não apresente níveis de desenvolvimento típicos de crianças da sua idade. São estas questões que nos elucidam quanto as diferenças entre os defensores da hereditariedade e os defensores do meio ambiente.
5 – A minha posição referente a esta questão é a de que no processo de aprendizagem, a maior influência será exercida pela nurture (relativa à influência do meio ambiente). Esta situação advém do seguinte pensamento: sendo a hereditariedade a carga genérica do potencial do indivíduo, esta, poderá desenvolver-se ou não, enquanto o meio ambiente poderá ajudar a desenvolver a inteligência segundo um conjunto de influências e estimulações ambientais que vão surgindo e alterando os padrões do comportamento do indivíduo. Por outras palavras, o meio pode alterar os comportamentos.
6– O sucesso ou insucesso das experiências (…) Resposta – Discordo muito
- A motivação e o impulso (…) Resposta – Concordo
- John Locke, filósofo inglês do século XVII (…) Resposta – Concordo Muito
-É importante consultar o meu horóscopo (…) Resposta – Discordo
-Se quiser ter sucesso siga o conselho de ir viver (…) Resposta – Discordo
-O comportamento é o resultado (…) Resposta – Concordo Muito
Bibliografia: Tavares et al. (2007). Manual de Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem (pp. 34 – 42)

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